“
Sensível pra cacete, maldosa na mesma intensidade.
“
Os ventos gélidos emaranhados
Embaraçados na luz da calada da lua
Evocam a angustia cortante em meu peito
Como caos mortífero ecoado no valete da rua.
Meu peito jorra exuberâncias; chora,
As lágrimas que eu nunca pude beber
Um amor contido aos pêsames do luto
No covil mais obscuro: coração meu.
Silêncio… e o temor transpira meus olhos.
Que se esquartejam sem doer
Teu veneno, tocou a nudez da minh’alma.
Tua doçura, sepultou minhas cinzas angustiadas
Deito e morro, ajoelho-me como restos de choço
No esquecido tempo da dor,
Nada me toca, nada me ajunta ou cura.
Passarei a eternidade aqui, meu anjo…
Na manjedoura de ardor das minhas melúrias
Engolindo céus pelos olhos, esperando pelo teu amor.
7 bilhões de pessoas no mundo e ninguém te ajuda a lavar louça.
“
Eu amei por mim, eu amei por você, e eu amei por nós dois.
“Você é lerdo” “Como assim?”
“
Estou
desfocado
na foto
que o foco
é você.
“
Eu só teria a minha agonia pra te oferecer.
Disfarço timidez admirando o chão e olhando pro celular.
“
Pelo menos alguma coisa eu devo ter feito certo. Porque tenho certeza que você vai lembrar de mim, ainda que não queira.